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O Poetry Slam como prática social e pedagógica de desconstrução decolonial

Publicado em: O Poetry Slam como prática social e pedagógica de desconstrução decolonial


O Poetry Slam é um campeonato que mistura poesia falada e performance, no qual um júri popular avalia poetas e o público pode participar ativamente enquanto comunidade de apoio. O Poetry Slam foi criado em 1986 por Marc Kelly Smith, em um bar localizado no subúrbio de Chicago e rapidamente se espalhou por diversas cidades da Europa, América Latina e África. Nas últimas décadas vem ganhando destaque como movimento artístico, social e político, e também como instrumento de expressão pedagógica em torno da consciencialização de problemas sociais e colectivos.


A partir da fala e da escuta ativa, corpos e vozes historicamente excluídos e silenciados subvertem e desafiam práticas institucionalizadas e elitistas, principalmente no que diz respeito ao cânone literário. O seminário pretende trazer uma discussão do Poetry Slam no contexto português, de modo a abordar as dimensões educativas, ativistas, sociais e comunicativas, bem como os desafios metodológicos encontrados no trabalho de campo e a necessidade da construção de diálogos decoloniais na sociedade portuguesa.

Programa

11h00-11h45

Apresentação das investigações de Andréia Mecca (UFSC/CES) e Sara Vidal (FLUC/CES)

11h45-12h00

Comentários: Maria Giulia Pinheiro (FLUC/FEUC/CES)

12h00-12h30

Debate > Moderação: Marisa Ramos Gonçalves (CES)

Biografias

Andréia Mecca realiza um estágio de Pós-doutoramento no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra em Portugal (CES/UC). Doutora em Educação pela Universidade Federal de São Carlos (2022) com estágio doutoral no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra em Portugal (CES-UC). Mestre em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2014). Graduada em Ciências Sociais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2010). Durante os anos de 2012, 2013 e 2018 ministrou aulas na rede pública de ensino e junto a projetos sociais. De 2014 a 2017, trabalhou como coordenadora e pesquisadora junto ao Núcleo Multidiciplicar e Integrado de Estudos, Formação e Intervenção em Economia Solidária (NuMI- Ecosol) na constituição, desenvolvimento e consolidação de empreendimentos econômicos e solidários na cidade de São Carlos.

Sara Vidal faz doutoramento no Programa dos Estudos Feministas (FLUC/CES), desenvolvendo o projecto de investigação acerca do Slam das Minas, financiado pela FCT. Mestre em Estudos Africanos pelo ISCTE-IUL, no ramo Estado e Política. Tem licenciatura em Antropologia pela FCTUC. Trabalhou na área de produção cultural e  associativismo na Asociación Impara (Badajoz). Fez formação em técnicas de “Apoio à vítima/sobrevivente de violência doméstica” (pela Planoi, em 2022). Publicou o seu primeiro livro “Memórias do Corpo e seus Ismos” pela editora Urutau e em parceria com Caroline Ramos. Em 2023, participou do Festival Internacional de Cinema Femme, no Porto, com o projeto  fotográfico colectivo ‘estecorpo’, focado na desconstrução do corpo e identidade.

Maria Giulia Pinheiro é doutoranda no programa “Discursos: Cultura, História e Sociedade” (FLUC/FEUC/CES). É graduada em Comunicação Social – Jornalismo pela Fundação Cásper Líbero e atriz pelo Teatro Escola Célia Helena, especializou-se em Roteiro para TV na Academia Internacional de Cinema e é pós-graduada no curso “Arte na Educação: teoria e prática” – ECA/USP. Trabalha como poeta, com cinco livros publicados entre Brasil e Europa, dramaturga, encenadora, performer e artista de palavra falada. Seus temas de pesquisa articulam a performance, o teatro, a palavra falada, a análise de discurso, o poetry slam e dramaturgia.


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Esta atividade realiza-se através da plataforma Zoom, sem inscrição obrigatória. No entanto, está limitada ao número de vagas disponíveis https://zoom.us/j/83309130393 | ID: 833 0913 0393 | Senha: 302903


Agradecemos que todas/os as/os participantes mantenham o microfone silenciado até ao momento do debate. A/O anfitriã/ão da sessão reserva-se o direito de expulsão da/o participante que não respeite as normas da sala.


As atividades abertas dinamizadas em formato digital, como esta, não conferem declaração de participação uma vez que tal documento apenas será facultado em eventos que prevejam registo prévio e acesso controlado.

 


 

Fonte: O Poetry Slam como prática social e pedagógica de desconstrução decolonial
Feed: Centro de estudos Sociais – Eventos
Url: www.ces.uc.pt
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