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O QUE MOSTROU E O QUE ESCONDEU A LINGUAGEM DA PANDEMIA Neste terceiro número do…

O QUE MOSTROU E O QUE ESCONDEU A LINGUAGEM DA PANDEMIA
 Neste Terceiro Número Do…

O QUE MOSTROU E O QUE ESCONDEU A LINGUAGEM DA PANDEMIA

Neste terceiro número do “ILCH em Notícia” dedicado à crise epidemio-lógica, olhamos – depois da Filosofia, da Literatura e das Artes – para a Linguagem. Não quisemos deixar de perceber um pouco melhor a forma como se falou e se escreveu sobre a incontornável COVID-19. Fomos, por isso, investigar a imprensa escrita, a TV e a Internet, dos noticiários aos fóruns de debate, dos discursos de responsáveis públicos aos posts de indivíduos anónimos. Nesta demanda, encontrámos palavras novas, usos criativos da língua e estratégias discursivas múltiplas e complexas, do discurso médico ao político, do jurídico ao publicitário, do comunitário ao confessional. E, em cada um deles, detetámos propósitos linguísticos diversificados, não apenas informativos, argumentativos e persuasivos, mas também afetivos e emocionais, por vezes até poéticos, intimidatórios e humorísticos. Sobre tudo isto pedimos a opinião crítica de linguistas do ILCH, num breve apanhado que a seguir apresentamos.

"ILCH EM NOTÍCIA" 7 já pode ser lido em: https://bit.ly/2Lfnxeu

OBRA:José Teixeira, “Chegada” (Pormenor).



Fonte: O QUE MOSTROU E O QUE ESCONDEU A LINGUAGEM DA PANDEMIA
Neste terceiro número do…

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