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«O Rio de Janeiro continua lindo e oppressor»

Apresentação


A partir da leitura da zine “O RIO DE JANEIRO CONTINUA LINDO E OPRESSOR” da artista Matheusa Passareli, estudante de Artes Visuais na Universidade do Estado do Rio de Janeiro executada aos 21 anos no Rio de Janeiro em abril de 2018. Intenciona-se tecer diálogos sobre o luto e a realidade atravessada por violências brutais impostas à corpos estranhos.  Como agenciar processos de vida em contextos que se utilizam da morte como dispositivo de poder? Lançamos mão da escuta como recurso de cuidado e acolhimento das diferentes feituras que se constroem a vida.

 


Nota biográfica

Gabe Passareli, 24 anos, pessoa negra não binária nascida em Rio Bonito, interior do Rio de Janeiro. Graduada em Terapia Ocupacional pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Como trabalho de conclusão de curso, defendeu monografia intitulada “Bixa Preta no Baixo CAPS: Cartografias do cuidado e da formação de uma terapeuta ocupacional”. Idealizou o dispositivo ESTRANHA com sua irmã Matheusa Passareli, construção-intervenção de arte e cultura em ambiente urbano. A partir da experiência de trabalho em um Centro de Atenção Psicossocial iniciou a pesquisa sobre espaços informais de cuidado e a convivência como dispositivo ético, político e estético. Aprofundando-se ao trabalho em performances e a criação audiovisual, participou de residências como ANTI produzida pelo selo ANARCAFILMES no espaço independente de arte SARACVRA na região portuária do Rio de Janeiro, exibindo como resultado o filme “O que fazer quando uma corpa vira cinzas”. Assim como a residência 72H a partir da ocupação-imersão 030, num ateliê carnavalesco no Santo Cristo, Rio de Janeiro, trabalhando com oficinas do corpo e a construção do filme de performance “Ilhas Desconhecidas”.

 


Iniciativa coorganizado pelo projeto (De)Othering conjuntamente com Laura Burroco, do Programa de Pós-graduação em Artes Visuais da Escola de Belas Artes da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o ITM (grupo Inter-temático sobre Migraçoes) do CES, a Escola de Ecologias Feministas de Saberes (CES) e o projeto CILIA-LGBTQI+ – Desigualdades ao longo da vida de pessoas LGBTQI+: uma abordagem comparativa e interseccional em quatro países europeus.

Fonte: «O Rio de Janeiro continua lindo e oppressor»

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