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[parte 2] Acontecendo agora em Coimbra,…

[parte 2] Acontecendo Agora Em Coimbra,…

Onde nós erramos, né Onde que que tá acontecendo, né, do centenário do João Cabral de Mello Neto? quando que a esquerda parou de falar com os Severinas e perseverança? a gente precisa fazer uma reflexão profunda, porque talvez a vitória do Bolsonaro não tenha sido só pelos médicos da extrema direita, mas também pelos erros da esquerda. E precisamos falar sobre os erros. Então, a minha proposta hoje é o contrário do que a esquerda gospel. e eu também não é.. Falar dos sonhos, né e eu tenho provocado isso que na esquerda agora falássemos sonhos. Quem não gosta o primeiro que a esquerda deixou as palavras pesadelos e a direita fala sobre os pesadelos e apresenta supostas soluções, pros pesadelos e a gente continua querendo falar só sobre os sonhos. Eu acho que hoje a gente pode falar de alguns pesadelos até pra voltar a sonhar, né. Falar sobre direitos humanos no Brasil é falar sobre perda. Eu nasci na periferia de uma cidade chamada de Niterói. Quem é do Rio de Janeiro conhece bem do outro lado da Bahia de Guanabara, do outro lado da força. E nasci na periferia nascendo assim São Gonçalo, num morro chamado Salgueiro. Depois eu fui pro Pro bairro de periferia e como toda periferia um lugar muito marcado pelo tráfico pela violência pela violência policial, né. Primeira vez que eu organizei como manifestante me entendi como manifestante. Eu tinha dezesseis dezessete anos até lá, gente a menor ideia do que que era isso e foi. Yes, As pessoas disputaram a cidade. é um ponto estratégico pra qualquer sonho de esquerda no mundo e não é diferente do Brasil nesse momento e depois disso, enfim, foi um trabalho importante ali de luta por espaços culturais. Eu resolvi ser professor pra conseguir quebrar uma lógica de trabalho braçal da minha família e de todos os meus amigos, né. Eu falei. Vou ser professor porque pelo menos vou ganhar pouco, mas vou ganhar um pouco melhor e não vou trabalhar. Só no braço pensando uma ideia que eu tive e consegui entrar na Universidade Federal Fluminense e fazer história. não é fácil numa universidade pública dentro da periferia e naquela época era muito mais difícil do que depois dos governos do PT. e essa é uma conquista importante. o mérito importante reconhecer nos governos do PT. Eu comecei a dar aula em presídio, né. Comecei a dar aula no Cássia em mil novecentos e oitenta e nove tem muito tempo a uma parcela grande aqui que. Era nascido, né. Isso também precisa ser dito porque é constrangedor. Mas a gente precisa fazer a sua cabeça necessário. Eh em oitenta e nove. Eu comecei a dar aula numa prisão. A gente usava o método Paulo Freire e que tem muita mergulha por aí. Não entendendo Paulo Freire Eh a gente usava o método Paulo Freire dentro da prisão e foi uma experiência muito forte de formação. Eu tinha vinte e um anos na época, eu me formei como educador dentro do cárcere. Das prisões e onde eu aprendi o significado de direitos humanos, né, Foi ali que eu aprendi e lembro perfeitamente no primeiro momento que eu pensei. Mas isso foi quando um detento que eu tava dando uma aula sobre a revolução francesa e da aula sobre a inflação francesa dentro do presídio é um desafio. Mas a criatividade pedagógica IH e aí eu falei assim. comé que eu vou falar da França do século. Dezoito os caras tão presos há vinte anos. o mais leve na minha turma tava preso há vinte anos, né. Falei comé que eu vou falar da França, sabe dos outros cara vai bater aqui, né. Vai bom e aí eu lembrei e botei liberdade, igualdade e fraternidade no quadro sem dizer do que que era com significado. e eu até hoje não sei se a ideia foi boa. Não conseguia sair do tema da liberdade. Eu não conseguia enxergar ali da igualdade. Muito menos na França é Foi uma aula muito profunda porque, entre neles, né. E aí tem tudo a ver com o método. Tô freio de você partir de um saber que cada um tem né. Qual saber que cada um dos presos no caso os alunos tinham sobre liberdade? e foi a primeira grande lição que o método Paulo Freire me deu porque eu não sabia absolutamente nada sobre a ideia de liberdade. Talvez um pouco por ter lido Cecília Meireles, né, Mas não passava disso. Porque a senhora é possível debater liberdade no sentido amplo do termo, quando você reconhece o que significa viver sem ela. Isso foi a primeira grande missão ali e ali eu comecei a entender o significado da luta por direitos humanos. O tamanho da grandeza da luta por direitos humanos em termos não só humanitários, mas em termos de projeto de sociedade de formação humana de formação social, né. E falo isso porque é uma curiosidade, mas eu acho que é importante falar dentro de uma universidade. A esquerda não pode mais ter o circuito dos Direitos Humanos restrita ao entendimento acadêmico. Nós não vamos avançar na luta por democracia. se não tivermos a capacidade de fazer com que os nossos programas em que os nossos projetos sejam projetos de reafirmação dos direitos humanos, onde eles são sistematicamente violão e compreendido por essa população soninho tá aqui foi meu amigo Guilherme, Meu amigo há tantos anos, fez programa de cidade comigo. Eu sempre tive uma frase dizendo o seguinte. A luta política é uma luta pedagógica. Ela não pode. Abrir mão disso e se eu tinha essa certeza em dois mil e doze hoje eu tenho certeza que a gente foi pouco pedagógico, né Todos nós, porque nós perdemos batalhas pedagógicas importantes, uma delas a luta por direitos humanos. Bolsonaro é um acidente histórico. é é um acidente tão, mas é um acidente histórico que a gente ainda tá tentando compreender. A gente não sabe quanto tempo vai durar. A gente não sabe o que vai efetivamente acontecer. Tem delas análises, sendo feitos estudos importantes, mas muita dúvida, muita incerteza porque tem muita complexidade, né, Desfiar Essa complexidade é um papel que buscar entender melhores. Maria nos encontrarmos pra falar mais sobre isso é importante ter uma crise de civilizatória mundial que não começa e não termina com o Bolsonaro. Nós temos um modelo de capitalismo hoje que alguns chamam de Catarina produtiva. Oito pessoas acumulem a mesma riqueza da metade do planeta, que gera uma crise civilizatória estrutural. Isso num é Bolsonaro que inventa isso num é extrema direita. Aqui dentro, nós temos oitocentos milhões de pessoas passando fome no mundo. Isso é uma crise civilizatória profunda, né. Nós temos oitenta trilhões de cento e trinta bilhões em paraísos fiscais. Não é falta de dinheiro, mas é excesso de pessoas pra um mundo que não é pra todo mundo. Se é que algum dia furto, mas hoje efetivamente a massa de sobran te é enorme, são muitos os sobrados são muitos aqueles que não servem pra nada num é nem mais, talvez o clássico conceito de exército industrial de Reserva. Porque não é Reserva, precisam ser destituídos. resistência. precisam ser anulados. Precisam ser coincide ficados. Não podem sequer serem entendidas como humanos pra terem direitos. Então, o problema não é a negação de direitos, a luta por direitos humanos. Ela é outra no mundo de hoje. Ela não é só uma negação de direitos que a esquerda fala muito sobre isso e fala corretamente. é uma negação da humanidade. é uma etapa anterior. Você nega a existência. O reconhecimento humano tem uma ruptura ética, prum, setor grande de sobrando, destruir esse sobrando que vocês vão. Vocês vão poder dar vários endereços cês. Vão poder chamar de Ciganos cês. Vão poder chamar de imigrantes cês. Vão poder falar chamar de jovens favelados no Rio de Janeiro. Tem vários endereços no mundo globalizado, mas são muitos os sobralenses. é preciso ter. Ruptura ética e aí o debate de hegemonia caro tão grande é fundamental pra que a gente entenda hoje de que base essa extrema direita hoje busca harmonia pra fazer com que a luta por direitos humanos, seja ela em si criminalizada e não só o seu conteúdo e não só aquele violado dos direitos humanos e não só o pobre preto, marginalizado ou gay. Seja o povo que você direcionar isso, não a luta em si de defesa, ela é criminalizada. é preciso entender esse mecanismo de harmonia este mundo improdutivo nesse mundo. pra poucos, esse mundo concentrado fez com que setores antes mesmo liberados que dialogar assem com a democracia muito facilmente dialogam com a mão do amortecer. A democracia hoje não é algo que é impossível de vivermos sempre democracia. é um bem que nós podemos perder. Nós vamos tratar a democracia como instrumento que nós podemos perder. A democracia não é um bem natural. Não é o Brasil Hoje vive. Eu tenho usado esse conceito que eu não falei isso com boa viatura. Ainda se eu tiver errado, cê me corrige depois. Mas O Brasil hoje vive uma experiência de Democracia totalitária e eu gosto disso, porque eu já tô me prevenindo a porrada que eu sempre ganho. Eu falo. Eu sempre né, mas enfim eh porque democracia totalitária, Bolsonaro foi ele. Aí já nasce uma polêmica gigante, né. Bolsonaro foi eleito com o processo e que foi manipulado que eu sei e concordo, mas sempre o golpe contra a Dilma. Não sei. Eu concordo. Estive em todos os. Desconto golpe em todos antes do Psol, inclusive né e chique em todos os falantes. Estive em todos os palanques na defesa do modalismo. Estive em todos os palanques que tinha que estar. Eu estava do lado certo. ainda bem. Agora o Bolsonaro foi eleito um processo que é marcado por tudo que a gente sabe inclusive depois a gente pode falar sobre o significado do WhatsApp que que isso significa os limites dessa democracia, mas o que a direita usa é o seguinte porque ele ganhou a eleição quando eu divulguei o cartaz que ele é escolhido. Quem fez parabéns. Aqui na mesma hora porque a direita entra na minha rede, eles num num num adianta cês, viram. Vamos deixar em paz, né. Eles entram na minha rede. Como assim Cê vai ter demônio de debater a democracia. Tem democracia. Bolsonaro foi eleito. Já pensando nisso é uma democracia totalitária. por que que eu chamo de democracia totalitária porque reduz a democracia ao processo eleitoral e reduz o processo eleitoral absolutamente marcado por inúmeros vícios que nós não controlamos e cada vez menos controlando. Mais submetidos a regras e mecanismos que nós não controlamos. Mas a redução da democracia. A ideia de que tem democracia porque tem eleição nenhum projeto é um projeto de poder e o governo é absolutamente totalitário, festeje direitos inviabiliza. A cultura fecha escola acaba com a pesquisa. São medidas de um Governo absolutamente totalitário, né. Se um ditador governasse o Brasil, vamos imaginar que, se fosse verdade, né dizer um ditador governasse Brasil em? Se um ditador governar o Brasil tomaria inúmeras de medidas que um presidente eleito tomando. Isso tá garantido a democracia porque houve um processo eleitoral. A gente precisa debater. A gente precisa aprofundar o debate sobre democracia, mas aí tem um problema. Que é o que nos leva ao debate mais profundo sobre Direitos Humanos e eu não aceito fazer o debate sobre Direitos Humanos Fragmentado. Essa é uma armadilha que eu não vou cair nunca na minha vida. Eu sou militante Direitos Humanos desde primeiro de dezessete anos. Eu tenho cinquenta e dois. Eu tenho uma história muito longa da luta por direitos e trabalhei em lugares que pouca gente trabalhou. Trabalhei dentro do carro. sempre trabalhei no nos lugares mais invisíveis, negociei rebelião. Tive um dos momentos mais negócios em dezenas de rebeliões no Rio de Janeiro, ideal pré-vestibular em favelas em momentos conflito. Trabalhei na ponta da ponta da ponta. Não dá pra fragmentar a luta por direitos e a luta por direitos humanos é luta. A luta por gente manda luta estrutural, outra por direitos humanos. é uma luta de modelo de sociedade. Unifica todas as lutas identitárias. E elas são importantes em si, mas elas são importantes também porque elas precisam ser globais. Elas não podem perder o caráter de classe e de um projeto de sociedade. Se não a gente caiu numa armadilha muito perigosa pra todos nós e começamos a buscar e construir inimigos onde não podemos terça-feira. Falo disso com muita tranquilidade. Por que que a luta por direitos humanos que se torna central nesse momento de democracia totalitária? Porque a negação sociedade foi uma parcela, passa por uma disputa de harmonia de qual sociedade e aí tem um elemento que é decisivo que a produção de medo. O medo é um sentimento. é emoção humana, mais forte que a gente tem, né. E o medo pode ser lindo. Eu posso deduzir e ter o direito de querer ter medo, medo sensibiliza. o medo pode provocar eh determinados sentimentos muito humanos. Como a nostalgia como é um problema em si mais ou menos um instrumento cada vez mais forte na política. A produção de medo faz com que se gere a necessidade de proteção. A produção de medo define de quem que eu tenho medo do que que eu tenho medo e onde eu tenho medo. Eu não sei bem no Rio de Janeiro. medo de quê que eu tenho, mas sei de onde ele veio e a cor que ele tem. Eu lembro de uma matéria no jornal importante no Rio de Janeiro, num vou dizer qual é o jornal Só tem um? Tomei uma filma matéria importante desse jornal que diz o seguinte. Bombas e tiros amedrontam a noite do Rio de Janeiro Manchete subtítulo vizinhos dos morros não conseguem sair de casa E aí vem a matéria a matéria inteira. Ela foi entrevista de pessoas que moravam na proximidade do mundo. Não tinha nenhuma pessoa do morro entrevistada na matéria pra dizer o seguinte, o que que aconteceu no morro, né. Este sentimento de medo existe no morro não normal. O sentimento de medo é em relação ao mundo. Não é um sentimento que exista no amor. Dá pra entender isso é muito forte. Isto é pedagógico. Nós precisamos sentir medo do morro. Nós não podemos admitir que um sentimento humano tão poderoso exista novo. O novo não pode ter medo porque se o morro tem medo, eu organizo deu me igual. Eu tenho identidade ética e eu não posso. Tem que ter. Porque tem que haver medo do mundo? Esse aumento de casa isso é o medo de um projeto de sociedade. Que envolve a questão racial que envolve a questão social que envolve a estrutura econômica que envolve o projeto de poder que vale tudo isso tem uma outra matéria do mesmo jornal que dizia o seguinte. Banhistas E era apenas o que eu guardei essas redes jornais. Eu esqueci. Eu tenho estudo. Já tá amarelo. Eu mostro tudo quanto é lugar porque é maravilhoso. Banhistas se surpreendem com meninos. Não Bahia esta se subir mais um. Menor. Se surpreende com menores que moram no bueiro do calçadão Banhistas se surpreendem com menores que saem dos bueiros do calçadão. Era essa o título. Aí você valia matéria, mas também pagina inteira. Eram crianças todas com menos de dez anos que morava num bueiro aqui a cuia se esgoto, né, Morava num bueiro do calçadão de Ipanema. O problema é que era um bueiro em Ipanema, porque se esse bueiro fosse em Bangu. Não teria nenhum problema o problema do banheiro. E a matéria inteira Os banhistas os frequentadores da praia que se assustaram quando saiu uma criança no banheiro, né. Essa matéria é de um nível de brutalidade. Não tem balinha uma linha da matéria que diga, por exemplo, o nome. De alguma daquelas crianças A desgraçada da repórter foi incapaz. Foi incapaz de chegar perguntar o seguinte. Vem cá Oi. Quem é você de onde Cê vem Cê nasceu nesse bueiro ou em algum momento, Cê teve uma folha chamada mano. Cê já teve escola quantos anos você tem. São perguntas que poderiam em algum momento passar na cabeça de alguém. Gabi não descuido tratar como isso tratar como gente, mas não não pode porque não pode ser gente. Num pode ser gente A gente precisa defender a redução da idade penal. A gente precisa dizer que o grande problema da violência no Brasil é o jovem pobre. Mesmo de todos, os números mostram que o Brasil é um dos lugares que mais se mata jovem pobre no mundo inteiro. São sessenta e dois mil sessenta e cinco mil seiscentos e dois homicídios em um ano dos quais trinta e seis mil homicídios de jovens. Qual é o país do mundo que matou trinta e cinco mil jovens em um ano medirão em guerra? Trinta e cinco mil jovens Uma Brasil mano Dos quais setenta por cento deles negros De baixíssima escolaridade Mas nós não podemos quer se esquece. Esquece isso que eu falei. porque se a gente fala isso, a gente humaniza o debate. A gente traz com um problema que não é só do menino que morreu ou da mãe que interrompe. Esse problema. Passa a ser meu passasse, boa aventura pra Francisco ser o seu seu e não é. é preciso criar uma enorme indiferença e pra criar essa indiferença. é preciso criminalizar os movimentos e criminalizar essas pessoas e criminalizar a ideia de direitos humanos porque precisa. O Brasil em toda reunião familiar, a gente tenha sempre um tio que fala assim. tirei filmando aquele negócio de defender bandido, né. Todo mundo tem um dentro da família. Natal, né A ideia de que Direitos Humanos é quem defende bandido que é tão fortemente dito nos setores populares das grandes cidades brasileiras. é algo que a gente precisa destrinchar. Alguém precisa entender, né. Da onde vem a ideia de uma dívida bandida Quem cometeu o crime? é isso. Não não tem nenhuma relação com o crime. Num tem nenhuma Bandido tem haver com pão de pele tevê pro endereço. Tem a ver com o território Brasileiro. Tem a ver com produção de medo. Eu trato ao considero bandido todo aqueles que não são iguais. A mim é o camisa do Rafael vai chamar do outro. Mas aí sobre o outro nasce um elemento que eu começo a concluir que é o elemento subjetivo histórico que a direita brasileira se apropria muito bem. O Brasil não resolveu a questão da escravatura. A República Brasileira não teve como problema superar a monarquia. Isso é uma bobagem até porque tem um monarca eleito deputado federal presidente pelo meu vizinho porta atrasar meu né Professor. て一 一 た青た 僕で 出す え基分が すごこか しかなくて A República Brasileira nunca se livrou da escravidão o chamado porta do não retorno, que era como se chamava os portais da África por onde os escravos passavam que é um nome muito forte e que nos deve provocar a reflexão, né, é chamado a porta do não retorno. Cê passava por essa porta antes de entrar no chamado Navio Negreiro, quando turbo que é muito apropriado, inclusive. Do retorno, quando estão as portas do não retorno que nós temos, pois o sistema penitenciário, por exemplo, eu acho que deveria chamar a porta do Novo República. O senhor penitenciário brasileiro é a porta do não tem retorno, né. Venha pra esse debate de ressocialização e se é um mito, a sociologia americana, uma bobagem, as prisões são grandes de muros altos, né. Pra que alguém fuja, né? Pra que ninguém veja o que tem lá dentro? a prisão é alta. Os muros são altos pra que a gente não enxerga. As prisões são maior prova de amnésia coletiva que nós temos. A sociedade hoje feito aqui apenas maiores Esse é um debate que tá colocando. Vira propaganda de segurança pública porque nasce um problema grave. A esquerda montou muito pra universalizar, saúde e com o seguinte com toda precariedade que tem o SUS. é um elemento de muita luta importante e de concepção de saúde muito rica. todas as precariedades que tem, mas é um avanço. Lutamos muito pela ampliação da educação pública. Precariedade que tem nós só não conseguimos fazer com que a esquerda entendesse a necessidade de garantia pra além de educação pra além de saúde da democracia, porque pra parte grande da esquerda, nós cometemos o mesmo erro. Se é que é erro da direita, tratamos democracia como um processo eleitoral e não entendemos que sobre vários territórios uma parcela significativa das cidades não tem democracia. Quem tá sob o domínio do tráfico ou sob o domínio da milícia pode ter um médico de família. Pode ter uma escola pública. Pode ter uma creche tudo precário, mas não tem democracia, mas não tem democracia. Você não pode, por exemplo, namorar uma pessoa menina, uma menina de uma favela que seja uma facção reforma. não pode mesmo que não tenha nada a ver com o tráfego. Se fizer, isso pode morrer, por exemplo, não é democracia. Nessa vida ué, você não pode usar determinada corte roupa dependendo da Se for na área de mídia, você não pode pintar o cabelo. Os meninos que gostam de descolorir o cabelo e administra não pode não pode. Da esquerda fizeram um série de debates sobre segurança pública. Abriram mão. Lutamos pela terra, Lutamos pela saúde, lutamos pela educação, mas achamos que a segurança é um papo da direita. Era um papo de repressão e a esquerda não conseguiu propor um modelo de polícia, o que que quer pro sistema penitenciário, o que pensa da Justiça criminal. e esse é um debate feito exclusivamente pela direita e assim a gente pegar e falando em segurança ou não foi. Venho a dizer que o Bolsonaro não é eleição porque era anti-petista. tinham vários na fila na frente dele, né. Bolsonaro vem eleição por se colocar como antes sistêmico, mesmo sem ser né. Ele sempre foi um esgoto do sistema, mas é.. Durante oito anos, ele frequentou o ralo do sistema. Não foi o esgoto do sistema o tempo inteiro. Olha por onde ele passou que fez vinte e oito anos dentro do Congresso Nacional, que importância tempo Bolsonaro como Deputado, né. Mas ele ganha uma eleição por centro de sistêmico por negar a política e nem na política, fundamentalmente falando de segurança pública e de fim dos Direitos Humanos. Este é o Ponto Central pra gente entender a vitória da extrema direita brasileira, como a gente derrota, extremo direito brasileiro, reconquistando as cidades. Radicalizando a democracia no sentido de fazer com que ela não seja um projeto do passado. A nossa democracia não mora em nenhum lugar do passado. Não há democracia ser resgatada no Brasil. há uma democracia. seria inventada e construída. Não tem democracia que mora em algum endereço do passado. A gente tem aqui provocar um novo processo democrático que não seja só eleitoral. O que significa numa cidade viver sobre a área de milícia e enfrentar e fazer um debate sobre segurança pública como programa e com os setores dessa disputar os servidores da polícia disputar os setores da segurança pública, fazer com que as pessoas entendam que segurança pública, algo tão sério que não é um debate polícia, mas um debate modelo de sociedade, o que significa uma sociedade protegida. não é uma sandália experimenta do medo. Não é uma cidade que produz medo. Eu visitei muitas cidades. aqui passei. eu tô de férias. Já visitamos várias cidades aqui, muitas cidades que a gente visita aqui que são lindas, são elas muradas, né. Isso, uma cidades históricas de Portugal são todas elas muradas os muros da cidade que são da origem da cidade. Era pra proteger a cidade dos seus inimigos de fome. Os muros da cidade, hoje, cada vez maiores, protege dos inimigos que a cidade produz dentro. Quem são os inimigos que a cidade de produz dentro eles tão no nosso projeto de democracia que estão com a gente construindo esse projeto ou não ou a gente vai contar com eles somente no processo eleitoral, pensou desafio que tá colocado ou a gente entende que a luta por direitos humanos é muita estruturada de classe que pode redefinir o papel da esquerda no conjunto da sociedade ou a gente vai demorar algumas eleições até estabelecida no Brasil. Tá aberto os barcos e eu comecei aqui. vou lançar a primeira pergunta uma grande curiosidade, uma sela comé que foi esse lado do pacote Anticrime e o Sérgio Moro. Eu ganhou o problema. A câmera aqui Então, na na mesma direção tá meu nome é Marcos. Sou que foi eh nas redes sociais. Foi foi debatido o voto a favor ou contra o. As opções que tinha no claro maior prazer, eu adoro falar do mas eu. Gina, surgindo. Sou defender defensor de bandidos no meu estado. Eu queria lhe fazer um cabelo bem. No meu Estado no Estado do Ceará e a proposta A proposta eh eu eu gostaria de saber porque eh a nível conceitual, o que exatamente podemos chamar de esquerda eh nesse sentido de mobilização. Por que que eu falo isso porque o meu Estado é governado pelo governador do Partido dos Trabalhadores e a política dele de relativo ao Sistema Prisional de Segurança Pública em nada se diverte da política Federal nesse segmento. Eu sou cearense mais alto. Maria Outra vez, então cê querer voltar o primeiro, então só me chamo Maria Sou de Porto Alegre, Rio Grande do Sul Concordo plenamente com a sua perspectiva de que temos que voltar pras bases e temos que disputar vários que não se errar, mas como estamos em ano eleitoral, minha pergunta vai nessa direção. Eu fiz a mesma pergunta Pro Leão debate lá em Porto Alegre que que você pensa Marcelo acerca da possibilidade da famosa frente ampla de esquerda, vai um pouco complementar no sentido da pergunta da colega do Ceará. é possível quem poderia compor. Ela vai descendo. Esquerda Temos Centro Democrático no Brasil. Eu acho que não, mas o que que você fez sobre essa composição a gente não tem nem sempre tudo mais é contrário. Vamos vamos juntando mais a outra. Vamos fazer cinco aí a gente para ó você ó parabéns. Acho que valeu a pena a fila de esperar ali, Mano Silvios. Eu sou professor da Universidade Federal. Repórter da Bahia executou dessas ideias Você fez um destaque a respeito da importância da educação e, dessa forma como política pública do governo do PT, a expansão das universidades. e acho que todos, né. Poucos vão ver. Mas a minha pergunta é você compreende com o papel da universidade, né, principalmente, eh nessa nova ressignificação seu papel na relação com a sociedade. Como a universidade pode fazer com que a luta por direitos humanos, ela se torne um infarto cultural e de classe como você qual o papel da universidade nesse processo de aproximação com a sociedade, principalmente? Os espaços pé de perto Posso responder pra depois a gente fazer outra. Pacote anticrime o sabia que isso é tá meio combinado. Não vou dizer o seguinte. por isso que eu deixei pra esquerda mais quem tem muita coisa pra gente falar muita coisa pra gente é tão difícil escolher o eixo e fala com o filho que tá acontecendo no Brasil. Nessa mudança, sacanagem que o Bolsonaro faz pra a gente não consegue dar conta de tudo que ele tinha uma. então é um desespero que é muito assunto. A gente fica organizando e na hora, mas enfim acho que as perguntas servem também pra gente direcionar o que interessa mais a vocês. Pacote antigo. Eu vou tentar ser sucinto porque não é fácil. Primeiro foram duzentos dias de trabalho. Eu num tô errado no número, não precisamente duzentos dias também foram vinte, né que que significa duzentos dias de trabalho, tava começando o ano. O grande debate era qual vocês lembram Reforma da Previdência? Lembra disso que a gente fez um cavalo. Batalha A gente fez um cavalo de batalha gigantes na reforma da Previdência, né. Uma luta grande lá. Início do ano, o A Mensagem do do Guedes, chegando Reforma da Previdência, o Rodrigo Maia, que é o cara do mercado Rodrigo, é um grande cara do mercado, né Num é nenhum Rodrigo é o cara do mercado. Eu não tô falando mal falando bem. Eu tô caracterizando. Ele é um cara do mercado. é chega o pacote adquirido entregue pelo Moro sem discutir com ninguém. O Moro aparece no Congresso e chama o Rodrigo Interna no mundo. Rodrigo, chamado pacote Anticrime. Primeiro não. Pacote de crime porque não tem nenhuma medida preventiva ao crime de reestruturação da polícia. é um pacote medido. Com propostas exclusivamente penais pra começar, né. Só que a medidas muito grave muito grave aquilo transformava, de fato o Brasil o Estado penal da noite pro dia numa canetada. Era tudo muito bonito e tinha um outro projeto. Alexandre Moraes também apresentei essa discutida com Marcelo Jurídica. Todo mundo pode debatido com ninguém e apresentar. Na hora o Rodrigo podia colocar em votação que seria uma tragédia porque no início do governo a popularidade do Moro, que hoje é alta na época, era bem maior, inclusive se votasse em votação em fevereiro ou em março o pacote. é preciso que vocês entendam isso. Primeiro que a vida no Congresso não é a vida num lugar normal. Eu tava falando pro Boa Ventura aqui de manhã no Congresso. tem as reuniões. Isso é maravilhoso de manhã no Congresso. Quem é Joyce, duas comissões à tarde. Essas reuniões continuam. Começam a treinar e vai até a noite. Vai até onze horas, meia noite, meia noite, pouca as sessões plenárias e da madrugada. Tem as decisões que decidem tudo na verdade. Né que eu chamo do terceiro público, né? Eu num terceiro tudo Junior. estou madrugada que as coisas são decididas e aí o molho deputados que participam disso é muito reduzido, né. Eu ainda venho conseguir participar de várias dessas reuniões na madrugada, né Num é bom pra saúde, mas é bom pra você não ser um panaca que não entende porque que aquilo foi dormir de um jeito e acordou do outro. Então, e eu lembro da primeira reunião que eu fui era três horas da manhã. Sempre ganha três horas da manhã e as pessoas debatendo eu falei. Eu falei. Eu já exausto, né. Eu tava bem dezoito trabalhando amanhã, né. Aí eu falei aí alguém três e vinte mais ou menos falou assim na reunião, ó. é importante que a gente manhã cedo ele começou a me dar arrepio. Vocês que alguém de manhã cedo já esteja na casa do Rodrigo pra gente não deixar faltar outra coisa. tem que levar o resumo disso aqui pro Rodrigo. Eu acho melhor às oito da manhã no mercado que era três e vinte. Eu, num caio eu realmente não consigo disfarçar, né. Aí quando falou isso, eu olhei pro lado assim e aí a pessoa bateu nas minhas costas assim fresco, que é um quadro importante. Tá chegando agora, mas aprende que aqui quem dorme é suplente. Eu entendi e passei a achar que dormiu uma bobagem, né. Isso é isso. Aconteceu de fato, né. Então as madrugadas foram muitas sobre o pacote Ouro, Tô contando essa história. Não foram poucas as madrugadas pra se o pacote fosse aprovado do jeito que chegou. seria aprovado. Se eu fosse votado, tem que ser aprovado integralmente, o que que significa provar o Capote tumor integralmente seria, por exemplo, aprovar excludentes de ilicitude. Não sei se todo mundo. Acompanhou o debate dos clientes excludente de ilicitude. Era sem dúvida alguma coisa mais grave que tinha ali porque era licença pra matar. Já é grátis e a licença pra matar não era só dos policiais Atenção Mulheres. Antônio achou hoje muitas vezes atenção nos debates eh dos circuitos feministas. O excludente de ilicitude era pra qualquer pessoa que pudesse se sentir com medo forte, emoção. Surpresa forte, emoção no mês poderia ser excluído a ilicitude do ato e ampliar a legítima defesa pra qualquer pessoa, por exemplo, o crime de feminicídio onde a pessoa sempre né. Utiliza este argumento do surpreso da forte emoção, né. Todo homem que mata um leite, fala suporte, emoção, Cê. conhece algum cara que matou por razões de película forte, emoção, essa defesa sempre. Todos que me me visita serão revistos porque volta o direito do Pararam pra pensar nisso Livro que significava aprovar excludente de ilicitude, pras mulheres, pros, negros, os pobres era algo muito central pra gente e na luta contra a extrema direita. é preciso saber o que que é central. Aí não dá aí política. é pra adulto me desculpa. Eu preciso saber o peso que as coisas têm, né e criança dorme cedo. Não vai pra madrugada. é isso. Aí tive derrotar. Acho que o dentista te falar muito dura e não é fácil porque a bancada da bala sabe quantos deputados têm, sabe quanto é federal. Existe no Brasil Quinhentos e treze sabe quantos deputados são da bancada da bala, chuta trezentos e oito alguém sabia disso. Somos quinhentos e treze deputados da bancada volta em trezentos e oito sabe quanto Cê. Tá da esquerda toda com muita generosidade. Eu sou engenheiro com muita generosidade. A esquerda inteira tem cento e trinta e quatro. E olha que a atuação generoso A bancada da Bala tem mais do que o dobro da esquerda inteira inteira, Tá todo mundo Cê pode chamar de queda e botei nesse mundo. Cê acha que era brincadeira derrotar o muro. Eu sou da Comissão de Segurança, eu Paulo Teixeira. Eu sou os dois deveres mentais da esquerda que resolveu entrar na Comissão de Segurança da Câmara, né que a esquerda inteira fugiu daquele orgulho. é o único lugar que eu me sinto mal fisicamente. olha, cadê o casco porque os deputados são todos assim, soldado deputado capitão. O deputado federal deputado Todos, né. Paulo. A gente faz uma brincadeira que a gente se auto intitulou general. Vou ficar por baixo E a gente se cumprimenta assim, gerará o preço. Nos Não deviam brincar com a patente. Amanhã a gente fala assim quem diz quem fabricando? Tá difícil A Comissão de Segurança é um lugar que eu sinto mal físico. Na Comissão de Segurança, porque o negócio é a coisa mais linda, Cê pode imaginar sendo dita todos os dias. é uma piorou muita qualidade daquilo ali, né. Agora comé que neste contexto que a gente ria aqui porque não tem outra coisa pra fazer cê derrota o pacote do mundo pacote do Moro, ainda que esse era o principal problema que ele defende equipe. Esse é o projeto que Bolsonaro ficou vinte e oito anos. Eu fui aprovado, mas ainda bem que ele é incompetente, né. E ele foi deputado da besta que ele não conseguiu aprovar um projeto desse. Ele tentou durante vinte e oito anos e não aprovou né. E aí vem o Moro pra tentar provar. Quer ter aprovado se não fosse pastor tão gigantesca que a gente teve ali pra derrotar agora articulação, Cê não faz com os iguais. Não faz. é fato diretiva, maioria, Eu vou ser feliz enquanto eu não sou feliz, Eu preciso ser minimamente político. Vamos ao outro objetivo, né. Outro pacote, Mortinha estudante licitude fim da audiência com presença do réu em via de conferência pra todos os casos tinha fim das audiências de custódia. Tinha vários pontos importantes que eu já eu já fui próprio debate. Já tia prima abri batendo, era ampliação. Era pelo cálculo que a gente fez triplicado a população carcerária brasileira em um ano e meio. Pela que é o grande responsável pela explosão de população carcerária dos Estados Unidos? Quem viu óleos que condenam, né? é a Privalia que é a série do extraordinário né. Esses anos foram centrais do pacote muro, além de outros que eram muito grave que tinha, por exemplo, a questão do dos dados genéticos mediam outros show das bandas muito graves no pacote. A gente conseguiu fazer inúmeras reuniões na madrugada. Tivemos auxílio jurídico. A maior importância formamos um grupo que foi a maioria do GT, porque o Rodrigo Maia cria um GT, um grupo de trabalho com quinze deputados tinham três da esquerda. Eu Paulo Teixeira, como sempre e Orlando Silva, nós três da esquerda tinham quatro da extrema direita Carlos André, né Capão. O presidente da bancada da Bala tinham quadra, chama direita e o resto era pro centro. o dito sempre, mas ali é o centro. tinha P P S D. Aqui a gente tá chamando cena. A gente conseguiu fazer com que esse centro desse um debate. A gente fez dez audiências públicas na marra. Ele falou num dá pra aprovar o crédito ver sem chamar a sociedade civil. Fizemos aprovamos dez audiências públicas, chamando os maiores especialistas do Brasil. Fizemos audiência pública. Rio de Janeiro em pó as mães de vítima ganhamos um ano inteiro de debate início batendo no Morro batendo no morro, batendo no molho batendo bola e apanhando quando teve a segunda instância da minha casa, foi pro Jornal Nacional. Aquela de espancamento praça pública, a minha cara do Fábio Trad, do Orlando Silva, Nossa cara jogar nacional que a gente derrota a segunda instância no pacote. A gente vai derrotando os pontos mais importantes do mundo, uma das medidas do Moro, por exemplo, que ninguém deu ele permitia essa essa sensacional. Ele permitia escuta telefônica sem autorização telefônica, não escuta ambiental, escuta ambiental sem autorização judicial em qualquer lugar de acesso público. Aí eu falei pra ele em qualquer lugar de acesso público na universidade. é o Parlamento. são as igrejas, as suas escolas. Já falei assim. vai virar um Big Brother. Esse negócio aqui cês. vão ter o controle sem autorização judicial. a gente derrota, né. Então a gente vai derrotando pontos. Agora dava pra derrotar o projeto inteiro com trezentos e oito da bancada da bala. Simples não resposta muito simples, não ou derrotado na parte ou era derrotado inteiro. Eu era membro do GT. Nós somos ali costurando e pra fazer a maioria no GG. não foi brincadeira. Fizemos baiano G T. Só que aí tinha um problema do GT IA pra onde. E comé que você aprova o Plenário chegou o momento no GT que o capitão Augusto, que era o que é o líder da bancada da bala. Ele ficava assim tudo bem gente cês. Vão me derrotar aqui, mas depois vai pro Plenário. Fica feliz, preço, fica feliz, mas depois vai pro plenário no plenário. Eu tenho trezentos e oito votos. é um discurso. Vão voltar com tudo. Vou aprovar tudo quanto a emenda. vou voltar com os números. Eles vão perdendo treinar e aí nós fomos no centro e aí no centro, mesmo né. Eu não vou citar nomes, mas nós tamos no Centro Centro, mesmo porque quem controla, né, porque tem quem tem o controle e falou o seguinte? ó Nós temos fotos importantes aqui que interessam a vocês e que não é antiga publicano pra gente vou dar um exemplo delação premiada. Só pra ser tá entendendo que política é coisa grande. é coisa séria. Eu não entrei lá pra brincar delação premiada. Negócio que eu acho absurdo. Eu acho um absurdo delação premiada, ser pronto e eu tô. Mas eu for pouco ligando. Porque se alguém que não vai se calar tá sou, eu vai ser lá tão o quê. Vestido Por que que eu não tenho bem assim? Preocupado com delação premiada pra mim, agora eu acho um absurdo. delação premiada é fruto do estado autoritário. Delação premiada é meio de prova num pode ser prova, né. é isso. E aí eu chamo pra esses caras e eu fiz isso, mas é o seguinte. ó. A gente pode colocar neste pacote. Regras com a delação premiada, eu concordo com isso em termos republicanos. Vocês concordam por isso por outras razões. é da política. é da política aos caras Opa. Isso importa. Cê. Acha que esses caras tão preocupado com com legítima defesa ampliada, Cê acha que o cara quer fazendeiro em Alagoas tá preocupado com a porra. Legítima defesa. Peguei aí pra esse negócio agora delação premiada. não tá preocupado, né. Eu falo o seguinte. ó a gente inclui. E você aprova um outro texto que não é um tumor que é esse aqui que tá tirando isso aqui do mundo porque é um negócio desse tamanho do buquê de Tá tirando tanto é que eu Moro pulou mais do que pipoca. Quando tirou o Moro, ficou ligando PA Deputado entrou na minha frente a cena sensacional. Eu tava conversando com o deputado que é da base Evangélica, né que era sobre o juiz de garantia. Aí eu falei. Pô, vota com a gente nesse negócio. Olha aqui cara acontece qualquer lugar. No mundo não é possível. o juiz não pode ser promotor. Juiz. tem que separar as funções que não cê. Tem razão dele conversando comigo, passando larga mão. Aí daqui a pouco toca o celular Sergio Moro. já. Vamos continuar conversando em Peraí rapaz Cê tá trabalhando se a hora de aprender a ter. O cara ligou na hora. Eu não ligava na hora da votação. Tem alguma dúvida de que a gente perdeu. Tem algumas dúvidas. Quem perdeu. Eu quero desesperados, ligando ele ligando Pros Deputados na ordem perdeu, perdeu porque a gente ganhou o centro num debate adulto num debate maduro. Eu podia na boa cara. Eu podia na boa voltar pra marcar a posição. Mas eu tenho palavra. Eu faço política com palavra. Hoje pra mim era importante ter votado a delação premiada. é importante derrotar o aprovado nessa premiada o princípio E é importante que eu votar estudei de missão. Tudo pelo lugar que eu venho o lugar que eu venho. Eu tive muito amigo assassinado. Foi pensando neles que eu botei assim. Não foi pensando na minha rede social pra ganhar like. Não foi agora o resultado da votação foi quatrocentos e oito votos. Anote. A gente ganhou de lavanda porque teve um baita trabalho político feito na madrugada e com muito orgulho. O texto aprovado é muito ruim. é, mas devido a uma tragédia muito maior. Não tenho a menor dúvida disso. Agora eu não podia fazer isso. Tudo chega logo ó ó só pro futuro que eu fiz beleza, mas agora eu vou voltar contra porque né. E eu tenho muito respeito pelo voto dos nós. Você nunca me viu falar contra o voto do jovem. Vai beber até porque tem vários companheiros do meu partido. Eu tenho muito respeito, mas nenhum dos nove tava nos duzentos, dias de trabalho sobre o GP. Quem tava, né que custem costumou a não aprovação? Da ampliação da legítima defesa foi a gente, então a gente a costurou aprovação daquele texto que tem muita coisa ruim que eu não concordo. Mas a grande vitória num é no texto aprovado a grande vitória que o Lula entrou no texto e aí é uma derrota pro. Claro que a vitória não é o do texto aprovado a vitória do teste não aprovado. por isso que o molho ficou e se se alguém tinha alguma dúvida, se alguém tinha alguma dúvida do porquê que o Moro. Deu ou não basta ver o Juiz de Garantia Humores perdoou até eles enchendo o juiz de Garantia e nem o Bolsonaro ficou do lado dele. Por uma razão óbvio, o Bolsonaro sabia que se voltasse. Ele perdia o que a gente tinha derrubar o veto e o Supremo toma concordando com a gente com o juiz de garantia. O Bolsonaro falou Supremo, Tá faltando gente garantir o Congresso é a favor. Gente os caras se articularam. Eu vou ficar com o juiz de garantia só ficar no Ouro. Hora, pa, porra. Bom gente garantia, votou Moro no futuro. Alguém tem dúvida que o Moro perdeu. agora é claro. Eu posso ou não comemorar detalhe da derrota do couro, como eu acho que o molho muito pior que o Bolsonaro, como eu acho que o Moro é alguém que a gente tem que prestar muita atenção, né. Eu sim, comemorei a derrota do mundo, então todo o texto aprovado, mas pelo que a gente deixou de aprovar, quero que ele queria, enfim, desculpa a extensão da resposta, mas eu acho que. Mereciam detalhadamente bom, enfim, tem mais a pena aqui. é o Marco Junior Ventura perguntar na minha porta responder as duas. Olha. Que que eu tô chamando de esquerda no Brasil hoje e que aí eu já respondo isso junto com a questão do câncer que a Marília me me perguntou. Eu tô propondo uma frente ampla progressista e eu sei que isso vai gerar polêmica com um setor da escrita, mas eu não tenho a menor dúvida aqui diante do Governo Bolsonaro, porque representa o governo Bolsonaro. A gente precisa muito de uma frente e aí eu que vai estabelecer isso é uma coisa. Chama no programa que a esquerda nunca se importou muito em fazer, né. Tem que ter programa, Um programa tem que ser feito junto com o conjunto da sociedade. As cidades favorecem o problema que que é com. O Rio de Janeiro vai funcionar, né. Qual vai ser o transporte em janeiro? Qual vai ser a moradia? Qual vai ser a educação? Qual vai ser a saúde? como vai ser o direito à Terra comé que a cidade favorece muito a ideia do programa disputa de cidade a disputa de que projetam assinantes? Eu não tenho? Eu tô defendendo uma frente ampla com todo o conjunto das tô, defendendo o PT, o PDT PSB, tô defendendo com todo todo mundo que tá contra o governo Bolsonaro nesse momento e que tá disposto a fazer um programa progressista. Eu acho que tem que tá junto em outras. Talvez eu tivesse eu fui candidato duas vezes sem aliança. O candidato aprender duas vezes sem aliança. Eu tive oito segundos de tempo de televisão. Só que aí. Campanha Bolt, né. Era o tempo que ele levou pra correr sem mesmo então. Que a gente tinha agora não é a mesma coisa. Nesse momento de agora é preciso ter uma unidade. A unidade tem que ser programática. tem que ser responsável. Não podemos cometer o erro, né de repetir as demonizarmos. Eu acho que a gente tem que ter uma conversa muito franca com o PT. como eu tô tendo minha gente olha, Não dá pra PT querer fazer um projeto de aliança, mantendo certas reuniões. E eu acho que pelo menos o Rio de Janeiro tá tendo essa maturidade de entender isso e a gente tá sentando pra fazer programas no o que me deixa muito feliz. Né. IPVA com todas as limitações que não são pequenas No Rio de Janeiro tá sentando pra fazer o programa conta com a gente até semana passada, hora de viajar, né. Pra fazer o programa a a discussão com o ensino é mais difícil. Hoje a gente sabe porque né muito difícil. Mas eu acho que a gente tem que trabalhar a fazer um debate com todo o setor progressista. Marcio. Eu acho que vocês podem melhor que eu eh dizer isso. Acho que os aniversários cumpre um papel muito importante hoje. se não fosse assim, não teria o ministro da Educação que a gente tem hoje no Brasil. a gente foi escolhido a dedo, né. é impressionante. Ficou explicando a viagem Mas é tão estarrecedor? Pra quem não sabe, o Ministro da Educação escreveu impressionante de uma forma muito impressionante. Qual foi a outra? A ideia dele Controle encontrar encontrar o Ministério da Educação por uma escolha muito específica, né. E aí eu acho que a gente precisa qualificar esse debate. Acho que ela costuma brincar muito com esse abandono terraplanismo, né. Eu acho que a gente não deve brincar com isso, porque se eles são capazes de fazer um debate. Se a terra é ou num plano, o pastor que possa ser qualquer coisa pode ser um verdadeiro. Não foi qualquer informação sobre porque denúncia qualquer informação. Qualquer questionamento pode ou não ser um tratamento. Um lugar da não verdade cria um lugar. Não é possível. Eu passei por uma experiência muito curiosa porque o MBL me fez uma acusação nas redes sociais falso, baseado com uma informação falsa. e eu liguei pro Kim Kataguiri, então deputado, infelizmente o moleque. Olha o que que cês tão fazendo os então retrata de corrigir essa porra, né, E aí eles corrigiram rapidamente e tomou um processo corrigiram rapidamente. E aí a gente começou a divulgar a correção feita por eles, mas já tinha sido o suficiente pra espalhar completamente aquilo ali. E aí a minha equipe foi respondendo um a um dizendo. Olha só cê, tá espalhando essa denúncia. Tá aqui falso. até quem acusou. Tá pedindo desculpa a gente tal e aí em vários momentos, a resposta eu recebi. Foi o seguinte. Não OK. Não foi verdade, mas podia ser né. Mas isso é muito curioso. Não foi verdade, mas podia ser. Se existe uma verdade que pode ser, não existe verdade e aí há um desafio ao papel da ciência. A gente tá voltando falar nisso da Europa muito curioso, porque a gente tá voltando o momento onde fanáticos.

Fonte: [parte 2] Acontecendo agora em Coimbra,…

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