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Publicado em: Posted @withregram • @almapretajornalismo Um projeto desenvolvido na Universidad…

Posted @withregram • @almapretajornalismo Um projeto desenvolvido na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) utiliza podcasts para debater as trajetórias de povos africanos e afro-brasileiros. O Pibid História Podcast, vinculado ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid), é produzido por bolsistas do programa nas escolas e se destaca como uma ferramenta para a qualificação profissional dos estudantes de História.

A iniciativa, chamada de “Descolonização do Saber”, já conta com oito episódios disponíveis no Spotify, que abordam temas como personalidades negras, indivíduos do século XIX e negros e negras na Primeira República.

A coordenadora do projeto, Maria Emília Vasconcelos, professora de História e Cultura Afro-brasileira, destaca em nota da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), do Ministério da Educação (MEC), a importância de oferecer formação adequada aos futuros professores para lidar com temas sensíveis, como o preconceito racial.

“Cabe à disciplina de História abordar processos de lutas, interpretações sobre o passado, expectativas para o futuro e a construção de imagens positivas sobre africanos e afrodescendentes no País”, defende a coordenadora.

A primeira temporada destaca a Rainha Jinga dos reinos Ndongo e Matamba, no continente africano, uma figura importante na resistência ao colonialismo português. A segunda temporada do podcast, em fase de elaboração, abordará o bicentenário da Independência do Brasil e contará com a ampliação do número de bolsistas do Pibid.

Além de promover debates para o público em geral, o projeto tem como objetivo contribuir para a implementação da Lei nº 10.639/2003, que determina o estudo obrigatório da história e cultura africana e afro-brasileira nas escolas de ensino fundamental e médio em todo o país. A coordenadora reitera-que essa implementação requer a capacitação de professores e a oferta de materiais e recursos didáticos adequados às culturas juvenis contemporâneas.

Texto: @giovanneramox
📸 Reprodução

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