Teve início o novo projecto Arqueología del campo de concentración de Casa del Guarda.
Rebeca Ávila
Publicado em: Rebeca Ávila
Biografia
Rebeca Ávila é investigadora integrada do Instituto de História Contemporânea da NOVA FCSH. Licenciada em Jornalismo e Comunicação (Menor em Estudos Artísticos) pela Universidade de Coimbra e tesista no Mestrado em Estudos Sociais Latino-Americanos da Universidad de Buenos Aires, actualmente é bolseira de doutoramento em História na NOVA FCSH, investigando sobre raça e violência política nas políticas externas do Brasil e de Cuba para África durante a Guerra Fria (1961-1988).
Áreas de Investigação
- História internacional
- Colonialismo e descolonização
- Guerra Fria
- Violência política
Publicações destacadas
- Ávila, Rebeca. “Brasil y Cuba en la descolonización de Angola, Mozambique y Guinea Bissau: una aproximación comparativa de sus políticas exteriores (1961-1976),” e-l@tina. Revista electrónica de estudios latinoamericanos 19 (2021): 48-70. [PDF]
Projectos principais
- “Brasil, Cuba e as violências políticas em África: colonialidade e racialidade durante a Guerra Fria (1961-1988)” — Dissertação no âmbito Programa Doutoral em História da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, orientada por Aurora Almada e Santos (IHC — NOVA FCSH) e Waldo Ansaldi (IEALC — Universidad de Buenos Aires). Projecto individual financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (UI/BD/151250/2021). 2021-
Pesquisa
Agenda
abril, 2022
Tipologia do Evento:
Todos
Todos
Apresentação
Ciclo
Colóquio
Conferência
Congresso
Curso
Debate
Encontro
Exposição
Inauguração
Jornadas
Lançamento
Mesa-redonda
Mostra
Open calls
Outros
Palestra
Roteiro
Seminário
Sessão de cinema
Simpósio
Workshop
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NOVA FCSH, Colégio Almada Negreiros, Salas 209 e 219
Campus de Campolide da NOVA — 1099-085 Lisboa
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Detalhes do Evento
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International colloquium on the comparative history of Portuguese and Irish migrant communities.
Greater Ireland & Greater Portugal
Portugal and Ireland both stand on the periphery of Europe. Both were in great part defined by their relationship to the sea and to much larger neighbours. Both were imperial nations: Portugal had a territorial empire of its own, while Ireland and the Irish both suffered from and participated in the British Empire. Both saw many tens of thousands of their people leave for all corners of the globe, and both are today still partly defined by these migrations: American politics remain relevant in Ireland, and the affairs of Ireland inform American politics, while the cultural and economic reach of Brazil shapes contemporary Portugal and the wider Lusophone world.
How did this process work? How were culture, language, or historical memory transmitted to, within, and between the various sites of Portuguese and Irish settlements? What connected Irish communities in Boston or Brisbane, or Portuguese communities in Massachusetts or Macau? How were links maintained with ‘home’ and with other sites of settlement? What role dis domestic politics play in community formation and cohesion abroad? Can one discern a ‘Greater Ireland’ or a ‘Greater Portugal’? If so, how did they cohere, have they begun to disintegrate, what characteristics did they share, and how did they differ, either now or in the past?
>> Download the full Programme (PDF) <<
Organisation:
Institute of Contemporary History — NOVA University Lisbon
Keough-Naughton Institute for Irish Studies — University of Notre Dame
Department of History, Maynooth University
Research Institute for Irish and Scottish Studies — University of Aberdeen
Tempo
7 (Quinta-feira) 6:00 pm – 9 (Sábado) 7:00 pm
Localização
NOVA FCSH, Colégio Almada Negreiros, Salas 209 e 219
Campus de Campolide da NOVA — 1099-085 Lisboa
Organizador
Várias instituições
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Detalhes do Evento
Sessão da Oficina de História e Imagem, em formato híbrido, com uma apresentação de Rui Lopes. Exclusiva para investigadores/as do IHC.
Transnational Thrillers:
Decoding
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Detalhes do Evento
Sessão da Oficina de História e Imagem, em formato híbrido, com uma apresentação de Rui Lopes. Exclusiva para investigadores/as do IHC.
Transnational Thrillers:
Decoding European identities, illiberal agents and imperial fantasies in the boom of spy cinema, 1962-1975
Esta apresentação discutirá uma proposta de monografia que visa interrogar a evolução da identidade política europeia através do estudo da vaga de filmes de espionagem nas décadas de 1960-70. O cinema de espionagem desta era foi um fenómeno transnacional ao nível da produção (predomínio das co-produções), discurso (narrativas de agentes operando por toda a Europa), circulação (distribuição a uma escala continental) e recepção (apropriação por diferentes contextos nacionais). Ao converter políticas domésticas e relações internacionais em espectáculo, estes thrillers definiram quais os regimes considerados parceiros numa Europa conectada – e quais os seus aliados ou inimigos no exterior. Encenaram desse modo as tensões e contradições da Europa da Guerra Fria, com a sua competição ideológica e transformação do poder imperial. O livro abordará, portanto, as relações entre autoritarismo e democracia na Europa e a ambiguidade das atitudes europeias para com o resto do mundo, manifestadas em objectos associados ao escapismo.
Apresentação de: Rui Lopes (Birkbeck, University of London / IHC — NOVA FCSH / IN2PAST)
Moderação de: Caterina Cucinotta (IHC — NOVA FCSH / IN2PAST).
Para mais informações e inscrições, contactar oficinahistoriaeimagem@gmail.com
Sobre Rui Lopes:
Rui Lopes é professor em Birkbeck, University of London, e investigador no Instituto de História Contemporânea, NOVA FCSH. O seu trabalho debruça-se sobre a cultura da Guerra Fria, anticolonialismo africano e a dimensão internacional do Estado Novo.
Tempo
(Sexta-feira) 10:30 am – 12:30 pm
Localização
NOVA FCSH, Colégio Almada Negreiros, Sala 209
Campus de Campolide da NOVA — 1099-085 Lisboa
Organizador
Instituto de História Contemporânea — Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboacomunicacao.ihc@fcsh.unl.pt
Avenida de Berna, 26C — 1069-061 Lisboa
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