Publicado em: Jururu | HH Magazine
Amor, estou te achando tão jururu
É que a plantinha que plantamos juntos morreu
E que a felicidade é tão volátil que não conseguimos agarrá-la, prendê-la, pra sempre,
[entre os dedos
E que a crueldade é tão solerte que não conseguimos dominá-la, vencê-la, pra sempre,
[entre os medos
Me perdoe, amor, se eu te deixei também jururu
Não importa, amor. Tu me ama?
Amo
Pois eu também amo tu.
Créditos na imagem: Reprodução. Disponível em: https://wallpapercave.com/anime-love-sadness-wallpapers
SOBRE O AUTOR
Luciano Alberto de Castro é mineiro de Teófilo Otoni, cruzeirense, dentista e professor da Universidade Federal de Goiás. Mora em Goiânia. Paralelamente à docência, dedica-se à música e literatura, atuando como compositor, cronista, contista e poeta. O autor se considera um apaixonado pelas várias formas de arte, pela história do Brasil, pelas plantas e passarinhos. Atualmente, colabora para algumas revistas, sites e jornais brasileiros enquanto prepara material para o seu primeiro livro.