Resistência juvenil, ditaduras e políticas de memória. O assassinato de Ribeiro Santos em 12 de Outubro de 1972
Publicado em: Resistência juvenil, ditaduras e políticas de memória. O assassinato de Ribeiro Santos em 12 de Outubro de 1972
Apresentação
Quando passam cinquenta anos de um momento marcante, o assassinato pela PIDE-DGS do estudante de Direito José António Ribeiro Santos, trata-se de interrogar o papel da resistência juvenil – estudantil e trabalhadora, porque a recusa da guerra colonial a irmanava -, ouvir a memória dos contemporâneos e entender o legado de Ribeiro Santos na atualidade, situar o papel mundial da juventude que nascera após a guerra, e entender as políticas de memória (e de esquecimento) das democracias quanto aos resistentes às ditaduras, de que são herdeiras. A partir do assassinato do jovem maoista em Portugal, indaga-se as lutas juvenis contra as ditaduras do sul da Europa e da América Latina, juntando a memória e a investigação, os relatos vivenciais e a pesquisa.
Organização: Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa e Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra
Apoios: Arquivo Nacional da Torre do Tombo, Associação Académica da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, Associação Popular Ribeiro Santos, Centro de Estudos Operários–Memória Laboral, Cultra, Grupo de Trabalho do Consejo Latino-Americano de Ciencias Sociales “Izquierdas: praxis y transformación social”, Movimento Cívico Não Apaguem a memória, Museu do Aljube, Red(e) Ibero-americana Resistência e/y Memória
Feed: Centro de estudos Sociais – Eventos
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