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O papel da educação popular na resistência ao neoliberalismo

Enquadramento


Partindo da educação popular, inspiradxs nas propostas de Paulo Freire, Boaventura de Sousa Santos, Cláudia Korol entre tantxs outrxs, dialogaremos sobre experiências baseadas na interculturalidade e na construção de conhecimentos e formas de organização/atuação contra-hegemônicas na Argentina, Brasil, Moçambique e Portugal.


No atual contexto de agudização/crise do neoliberalismo autoritário e o seu impacto devastador nas comunidades e no tecido social das regiões (semi)periféricas, consideramos que é urgente refletir sobre o papel da educação popular e sua capacidade de resistir à violência, à pobreza, a fome, a injustiça e propor alternativas, tanto na (re)criação e articulação de redes de cooperação social e econômica como na construção de uma justiça cognitiva.  

 


Notas biográficas


Cecília Zsögön (UBA/UPBP) – Doctora en ciencias sociales de la Universidad de Buenos Aires, magister en política y planificación social y licenciada en sociología (UNCuyo). Becaria de posdoctorado en el Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas de Argentina (CONICET). Integrante del equipo de investigación y sistematización de la Universidad Popular Barrios de Pie, Argentina. Áreas de interés: trabajo y explotación infantil, trabajo forzoso, derechos humanos, educación, política social, regiones de frontera.


Erick Morris (CES/UPMS) – Doutorando em Pós-Colonialismos e Cidadania Global (CES/FEUC). Tem como temas de pesquisa educação popular na América Latina, movimentos sociais e democracia. Seu projeto de tese conta com o título de “Universidades Populares e as Epistemologias do Sul. É mestre em Ciência Política pela Florida International University (2004) e licenciado em História pela Universidade Federal de Pernambuco (2003). Trabalhou na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) e no Instituto Paulo Freire (IPF). É membro do grupo de pesquisa Curupiras – Colonidades e Outras Epistemologias.


Filipa Alves (Casa da Esquina) – é formada em Estudos Portugueses e pós-graduada em “Economia Social – Cooperativismo, Mutualismo e Solidariedade” pela Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (FEUC/UC), tendo frequentado também o Mestrado em Estudos Feministas. Coordena, junto com Sandra Alves, a Casa da Esquina, uma associação cultural que cria dinâmicas de reflexão e debate em diferentes temas e busca a transdisciplinaridade no campo das artes.


Teresa Cunha (CES) – É doutorada em Sociologia pela Universidade de Coimbra. É investigadora sénior do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra onde ensina em vários Cursos de Doutoramento; co-coordena a publicação ‘Oficina do CES’, os ciclos do Gender Workshop. Coordena a Escola da Inverno ‘Ecologias Feministas de Saberes’ e o Programa de Investigação Epistemologias do Sul. É professora-adjunta da Escola Superior de Educação do Instituto Superior Politécnico de Coimbra e investigadora associada do CODESRIA e do Centro de Estudos Africanos da Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique. Em 2017, foi agraciada com a Ordem de Timor-Leste pelo Presidente da República Democrática de Timor-Leste. Os seus interesses de investigação são feminismos e pós-colonialismos; outras economias e economias feministas mulheres; transição pós-bélica, paz e memorias; direitos humanos das mulheres no espaço do Índico. Tem publicados vários livros e artigos científicos em diversos países e línguas dos quais se destacam: Women InPower Women. Outras Economias criadas e lideradas por mulheres do sul não-imperial; Never Trust Sindarela. Feminismos, Pós-colonialismos, Moçambique e Timor- Leste; Ensaios pela Democracia. Justiça, dignidade e bem-viver; Elas no Sul e no Norte; Vozes das Mulheres de Timor; Timor-Leste: Crónica da Observação da Coragem; Feto Timor Nain Hitu – Sete Mulheres de Timor»; Andar Por Outros Caminhos e Raízes da ParticipAcção.


 

Fonte: O papel da educação popular na resistência ao neoliberalismo

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