A lanterna de Diógenes e o autoexame do pesquisador: integridade científica sob pressão
Publicado em: A lanterna de Diógenes e o autoexame do pesquisador: integridade científica sob pressão
Por Ricardo Limongi e Márcio Luiz Reis e Pimenta
Introdução
Imagem: Blake Cheek via Unsplash.
Diógenes de Sinope caminhava pelas ruas de Atenas, em plena luz do dia, carregando uma lanterna. Quando perguntado sobre o que procurava, respondia: “Procuro um homem virtuoso.” A cena era absurda e deliberadamente absurda. A lanterna não servia para encontrar ninguém no escuro. Servia para expor o que a luz do dia, por si só, não revelava: que a virtude é rara, mesmo quando pode ser observada.
Nas recentes discussões sobre o impacto do avanço da tecnologia na ciência, foi explorado o que acontece quando a tecnologia oferece ao pesquisador a possibilidade de agir sem ser visto. No anel de Giges1,discutimos como a Inteligência Artificial (IA) cria uma forma contemporânea de invisibilidade a capacidade de utilizar ferramentas que produzem resultados indistinguíveis do trabalho humano, sem que ninguém detecte a substituição. Na perspectiva maiêutica2, propusemos uma distinção entre o uso extrativista da IA (como oráculo que fornece respostas prontas) e o uso dialógico (como parteira que auxilia a gestação de ideias que já pertencem ao pesquisador). No dilema do professor3, examinamos a tensão entre ensinar o atalho que engaja e o processo que forma.
Cada um desses textos tratou de condições externas, da tecnologia, da ferramenta e do sistema de ensino. Porém, existe uma pergunta que ainda não fizemos: e quando a lanterna se volta para dentro? Quando o escrutínio não é do revisor, do editor ou do comitê de ética, mas do próprio pesquisador diante de si mesmo?
Diógenes nos obriga a enfrentar essa pergunta difícil. Porque a provocação cínica não era dirigida aos outros. Era um espelho. O filósofo que procurava um homem virtuoso estava, antes de tudo, testando se alguém suportaria a luz.
A pressão que deforma o julgamento
A ciência brasileira opera sob pressões que não são segredo para ninguém, mas que raramente são analisadas em suas consequências morais.
Um estudo publicado na Frontiers in Medicine, Integrity at stake: confronting “publish or perish” in the developing world and emerging economies4, examinou como a cultura do “publish or perish” impacta, em particular, pesquisadores em economias emergentes e em países em desenvolvimento. Os autores relataram práticas como a venda de autorias e a expansão das chamadas “fábricas de artigos” (paper mills), que comercializam pesquisas fraudulentas, além de estimar que entre 2% e 20% dos manuscritos submetidos a periódicos possam ter essa origem. Exemplos na América Latina, incluindo periódicos posteriormente descontinuados no Scopus por “preocupações com publicação”, reforçam que a pressão institucional por produtividade não se limita a gerar exaustão: também cria incentivos concretos ao desvio ético..
Esses números não descrevem pesquisadores desonestos. Descrevem um sistema que torna a honestidade mais onerosa do que deveria ser.
A cultura do publish or perish, documentada desde 1942, adquiriu dimensões que seu criador, o sociólogo Logan Wilson, provavelmente não anteciparia. Em 2023, mais de 10.000 artigos científicos foram retratados globalmente, um recorde histórico, segundo post publicado no Blog da International Science Council5. A Springer Nature, uma das maiores editoras científicas do mundo, retratou 2.923 artigos apenas em 2024, dos quais quase 40% se referiam a publicações dos dois anos anteriores6. O ritmo das retratações cresce mais de 20% ao ano, e aproximadamente metade envolve fabricação, falsificação ou plágio deliberado.
Por isso, se caminhássemos pelos corredores de um programa de pós-graduação brasileiro, quantas lanternas precisaríamos acender?
A erosão silenciosa
O problema não se limita a fraudes explícitas. Existe uma erosão mais silenciosa e mais difusa que ocorre quando o pesquisador está exausto, subfinanciado e pressionado e não necessariamente desonesto.
No Brasil, apenas 15% dos docentes do ensino superior se consideram em nível avançado de competência digital, segundo relatório publicado pela UniRede7, aspecto cada vez mais crítico em um contexto em que 58% dos pesquisadores já recorrem à inteligência artificial como ferramenta de trabalho, mas apenas 27% afirmam possuir treinamento adequado para utilizá-la, segundo artigo publicado na Nature, Pressure to publish is rising as research time shrinks, finds survey of scientists8. Essa lacuna entre o uso e a compreensão não é trivial. Como discutimos no texto sobre o dilema do professor, há uma diferença substantiva entre o letramento instrumental, saber qual botão apertar, e o letramento crítico, compreender o que acontece antes da resposta.
A erosão ocorre justamente nesse espaço intermediário. O pesquisador que utiliza IA sem compreender seus mecanismos de funcionamento não está, necessariamente, cometendo fraude. Está operando em uma zona de vulnerabilidade epistêmica que, sob pressão, pode se tornar mais grave. A naturalização do atalho precede a naturalização do desvio.
Diógenes entenderia bem esse fenômeno. Para os cínicos, a virtude não era um ideal abstrato; era uma prática cotidiana, testada sob as condições mais adversas. Diógenes dormia em um barril, comia no mercado quando isso era tabu, recusava as comodidades que poderiam amortecer sua lucidez e certamente recusaria os atalhos contemporâneos. Quando viu uma criança beber água com as mãos, jogou fora sua própria caneca: “Uma criança me superou em simplicidade.” A provocação era clara: quanto aparato precisamos para fazer o que é correto? E o que acontece com nosso julgamento moral quando o aparato falha ou quando a pressão o distorce?
Um estudo publicado em 2025 no Proceedings of the National Academy of Sciences, The misalignment of incentives in academic publishing and implications for journal reform9, analisou essa distorção de forma sistêmica. Os autores demonstraram que os incentivos do sistema de publicação acadêmica estão estruturalmente desalinhados: o que o sistema premia (volume, velocidade, prestígio do periódico) frequentemente contradiz o que a ciência exige (rigor, reprodutibilidade, transparência). Quando a carreira depende do volume publicado, a tentação de segmentar resultados (salami slicing), inflar listas de autoria ou buscar atalhos não é um defeito de caráter individual, éuma resposta racional a um conjunto de incentivos geralmente mal desenhados.
Mas Diógenes não aceitaria essa explicação como justificativa. Ele reconheceria o problema sistêmico e, no mesmo instante, perguntaria: E você? O que você fez? O sistema é responsável pelas condições. Mas o pesquisador permanece responsável por suas escolhas nesses contextos.
O eu pesquisador e a saúde da decisão moral
Existe uma dimensão do problema que a literatura sobre integridade científica ainda subestima: o que acontece com a capacidade de julgamento moral quando o pesquisador está cronicamente exausto?
Dados recentes da Nature, publicados no artigo Postdoc depression and anxiety rates are rising, finds survey of 872 researchers10,mostram que as taxas de depressão e ansiedade entre pesquisadores em estágio pós-doutoral estão em ascensão. Pesquisas anteriores, como Postdocs in crisis: science cannot risk losing the next generation11,já indicavam que cerca de 39% dos pós-doutorandos apresentavam quatro ou mais sintomas de risco para problemas graves de saúde mental e que 51% já haviam considerado abandonar a pesquisa ativa por questões de saúde mental relacionadas ao trabalho. Um relatório da Cambridge University Press12revelou que apenas um terço dos pesquisadores acredita que os sistemas de recompensa acadêmica funcionam bem, enquanto 64% consideram que o sistema falha em reconhecer contribuições fora da publicação em periódicos tradicionais.
Esses dados importam para a discussão sobre integridade, pois a exaustão crônica não é apenas um problema de bem-estar; é um problema epistêmico. Pesquisadores exaustos tomam decisões piores, revisam com menos rigor e aceitam resultados com menos ceticismo. A fronteira entre o atalho pragmático e o atalho eticamente questionável torna-se mais difusa quando o julgamento está comprometido pela fadiga.
O paralelo com Diógenes é direto. Os cínicos argumentavam que a virtude exige condições mínimas de lucidez e que tais condições precisam ser ativamente protegidas. A ascese cínica não era punição; era estratégia. Diógenes vivia com o mínimo para garantir que seu julgamento não fosse corrompido pelo excesso, pelo conforto ou pela dependência. A implicação contemporânea é incômoda: se um sistema acadêmico produz sistematicamente pesquisadores exaustos, não está apenas prejudicando sua saúde; está minando as condições que tornam a integridade possível.
A lanterna voltada para dentro
A tradição filosófica dos cínicos oferece uma contribuição que transcende a metáfora. Para Diógenes, o autoexame não era um exercício introspectivo suave; era uma confrontação. Quando Alexandre, o Grande, o visitou e perguntou o que poderia fazer por ele, respondeu: “Saia da frente do meu sol”.
Aplicada ao pesquisador contemporâneo, essa confrontação assume uma forma específica: a honestidade em relação às próprias práticas. Não se trata de acusar, mas de perguntar. Quantas vezes aceitamos a coautoria sem contribuição substancial? Quantas vezes citamos para sermos citados? Quantas vezes segmentamos resultados para multiplicar as publicações? Quantas vezes utilizamos ferramentas de IA sem declarar e sem verificar?
O Anel de Giges explorou o que fazemos quando ninguém vê. A lanterna de Diógenes explora algo mais difícil: o que fazemos quando podemos ser vistos, quando o sistema, em tese, funciona, mas ainda assim escolhemos o caminho de menor resistência.
A diferença entre esses dois cenários é fundamental. O Anel revela o que ocorre na ausência de controle externo. A lanterna revela o que acontece na presença de controle externo insuficiente ou de controle externo que não nos obriga ao controle interno.
Diógenes diria que a segunda situação é mais perigosa. Porque nela, o pesquisador pode se convencer de que está agindo corretamente simplesmente porque não foi pego.
Considerações finais
A lanterna de Diógenes não é um instrumento de acusação. É um instrumento de lucidez.
Os desafios que a ciência brasileira enfrenta: a pressão por produtividade, o uso pouco reflexivo da IA, a precarização das condições de trabalho e a concentração regional da excelência, são problemas sistêmicos que exigem respostas sistêmicas. Mas nenhuma reforma institucional substitui o autoexame que cada pesquisador precisa fazer sobre suas próprias práticas.
A série de textos que venho construindo no SciELO em Perspectiva tem buscado oferecer lentes filosóficas para iluminar diferentes dimensões desse problema. A invisibilidade proporcionada pela tecnologia (Giges), a natureza da relação entre pesquisador e ferramenta (maiêutica), a formação que priorizamos (o dilema do professor) e, agora, a disposição para o autoexame (Diógenes) compõem um arco que aponta para uma mesma direção: a integridade científica não é um problema que se resolve com regulamentos, detectores ou sanções. Resolve-se, ou ao menos se sustenta, com pesquisadores que escolhem manter a lanterna acesa. Mesmo quando a luz incomoda. Sobretudo quando a luz incomoda.
Notas
1. LIMONGI, R. C. S.; COELHO, L. C. O Anel de Giges e a IA na ciência: quando a invisibilidade desafia a integridade. Blog SciELO em Perspectiva, 2026. [viewed 18 march 2026] Available from:: https://blog.scielo.org/blog/2026/02/06/o-anel-de-giges-e-a-ia-na-ciencia-quando-a-invisibilidade-desafia-a-integridade/↩
2. LIMONGI, R. C. S.; COELHO, L. C. Quem é o parteiro e quem é o parturiente? A perspectiva maiêutica para repensar autoria e responsabilidade epistêmica no uso de IA na produção científica. Blog SciELO em Perspectiva, 2026. [viewed 20 march 2026] . Available from: https://blog.scielo.org/blog/2026/01/19/quem-e-o-parteiro-e-quem-e-o-parturiente-a-perspectiva-maieutica-para-repensar-autoria-e-responsabilidade-epistemica-no-uso-de-ia-na-producao-cientifica/↩
3. LIMONGI, R. C. S. O dilema do professor na era da IA: ensinamos o prompt ou o processo científico? BlogSciELO em Perspectiva, 2026. [viewed 20 march 2026]. Available from:https://blog.scielo.org/blog/2026/02/25/o-dilema-do-professor-na-era-da-ia-ensinamos-o-prompt-ou-o-processo-cientifico/↩
4. VASCONEZ-GONZALEZ, J., et al. Integrity at stake: confronting “publish or perish” in the developing world and emerging economies. Frontiers in. Medicine[online] 2024, vol. 11. [viewed 20 march 2026] https://doi.org/10.3389/fmed.2024.1405424. Available from: https://www.frontiersin.org/journals/medicine/articles/10.3389/fmed.2024.1405424/full↩
5. THAN, N.. The ‘publish or perish’ mentality is fuelling research paper retractions. International Science Council 2024. [viewed 20 march 2026].Available from: https://council.science/blog/publish-or-perish-mentality/↩
6. TRAVIS, K. Springer Nature retracted 2,923 papers last year. Retraction Watch. 2025. [viewed 20 march 2026]. Available from: https://retractionwatch.com/2025/02/17/springer-nature-journal-retractions-2024/↩
7. Avaliação das competências digitais dos docentes do Ensino Superior no Brasil. Associação Universidade em Rede — UniRede 2023.[viewed 20 march 2026]. Available from: https://www.aunirede.org.br/portal/wp-content/uploads/2024/11/digicompedu2023.pdf↩
8. SIMMS, C. Pressure to publish is rising as research time shrinks, finds survey of scientists. Nature [online] 2025, v. 647, p. 565-566. .[viewed 20 march 2026] https://doi.org/10.1038/d41586-025-03623-2. Available from: https://www.nature.com/articles/d41586-025-03623-2↩
9. TRUEBLOOD, J. S, et al. The misalignment of incentives in academic publishing and implications for journal reform. Proceedings of the National Academy of Sciences, 2025, vol. 122, no. 5.[viewed 20 march 2026] https://doi.org/10.1073/pnas.2401231121. Available from: https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2401231121↩
10. GEWIN, V. Postdoc depression and anxiety rates are rising, finds survey of 872 researchers. Nature, 2025. [viewed 20 march 2026] https://doi.org/10.1038/d41586-025-02450-9 Available from: https://www.nature.com/articles/d41586-025-02450-9↩
11. Postdocs in crisis: science cannot risk losing the next generation. Nature. 2020. [viewed 20 march 2026]. https://doi.org/10.1038/d41586-020-02541-9. Available from: https://www.nature.com/articles/d41586-020-02541-9↩
12. PALMER, K. Inside Higher Ed. Major Academic Press Calls for “Publish or Perish” Reform. Inside Higher Ed. 2025. [viewed 20 march 2026]. Available from: https://www.insidehighered.com/news/faculty-issues/research/2025/10/22/major-academic-press-calls-publish-or-perish-reform↩
Referências
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VASCONEZ-GONZALEZ, J., et al. Integrity at stake: confronting “publish or perish” in the developing world and emerging economies. Frontiers in Medicine [online], 2024, vol. 11. [viewed 20 march 2026]. https://doi.org/10.3389/fmed.2024.1405424. Available from: https://www.frontiersin.org/journals/medicine/articles/10.3389/fmed.2024.1405424/full
Sobre Ricardo Limongi França Coelho
Professor de Marketing e Inteligência Artificial, Universidade Federal de Goiás (UFG), Goiânia–GO, e Editor-Chefe do periódico Brazilian Administration Review (BAR) da ANPAD, Bolsista DT-CNPq.
Sobre Marcio Luiz Reis e Pimenta
É pesquisador, e seu interesse de pesquisa abrange temas ligados à gestão de projetos, ciência aberta, tecnologia e inovação, especialmente nas organizações do Terceiro Setor. É graduado em análise e desenvolvimento de sistemas, mestre em administração e doutorando em engenharia de produção e sistemas pelo CEFET/RJ.
COELHO. R.L.F.
PIMENTA. M.L.R. A lanterna de Diógenes e o autoexame do pesquisador: integridade científica sob pressão [online]. SciELO em Perspectiva, 2026 [viewed ]. Available from: https://blog.scielo.org/blog/2026/03/20/a-lanterna-de-diogenes-e-o-autoexame-do-pesquisador-integridade-cientifica-sob-pressao/
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