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Saúde e direitos sexuais na diversidade funcional e neurodiversidade

Publicado em: Saúde e direitos sexuais na diversidade funcional e neurodiversidade

Resumo


A sexualidade de pessoas com diversidade funcional recebe cada vez mais atenção em Portugal, mas os direitos sexuais e a saúde sexual destes indivíduos ainda encontram muitos obstáculos e barreiras sob o olhar de cuidadores próximos, familiares, profissionais de saúde e sociedade em geral. Estes impedimentos determinam as experiências sociais, relacionais e sexuais de pessoas com diversidade funcional (seja ela cognitiva ou motora) e determinam as suas experiências sociais, relacionais e sexuais, com factores de risco e de resiliência específicos à sua condição.

Nesta Sharp Talk, compartilham-se características próprias, dificuldades e boas práticas das intervenções com jovens e adultos com diversidade funcional e mental, nas suas questões da sexualidade, e as contribuições possíveis para a concretização dos seus direitos sexuais e da igualdade e dignidade que merecem.

Notas biográficas


Maria Joana Almeida é Psicóloga Clínica pela Faculdade de Psicologia da Universidade de Coimbra. Mestre em Sexologia Clínica pela Universidade Lusófona e Terapeuta Sexual acreditada pela Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica. Membro da Direção da Sociedade Portuguesa de Sexologia Clínica (2018-2021). Desenvolve atividade clínica no Centro de Desenvolvimento Infantil – DIFERENÇAS, da Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21, na Consulta de Sexualidade e perturbações neurodesenvolvimentais. Psicóloga Clínica no Serviço de Apoio Psicológico da Associação ILGA Portugal. Trabalha em intervenção em crise na empresa multinacional Workplaceoptions.


Helena Rega Moura é Licenciada em Psicologia pela Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra. Mestre em Psicologia na área de especialização em Psicologia Clínica Cognitivo-Comportamental e Sistémica pela Universidade de Coimbra. Título de Psicoterapeuta Comportamental Cognitivo (2000) acreditado pela Associação Portuguesa de Terapia do Comportamento. Fundadora da Associação Olhar 21 – Associação de Apoio à Inclusão da Pessoa com Trissomia 21 (2009). Colaborou com a Rede ex aequo, fazendo parte duma lista de psicólogos e psicoterapeutas recomendados por esta rede. Psicóloga Clínica nos Serviços de Ação Social do Politécnico de Coimbra. É uma jovem de 55 anos e costuma dizer que seu “doutoramento” são seus três filhos (um com trissomia 21 e dois sem trissomia 21). Estudou em vários locais diferentes (Luanda, Porto, Condeixa…) e desde a licenciatura foi ficando por Coimbra (local onde permaneceu mais anos de sua vida). Considera-se uma cidadã do mundo, mas com residência fixa em Coimbra.

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Esta atividade realiza-se através da plataforma Zoom, sem inscrição obrigatória. No entanto, está limitada ao número de vagas disponíveis.
https://us02web.zoom.us/j/82984610632

Agradecemos que todos/as os/as participantes mantenham o microfone silenciado até ao momento do debate. O anfitrião da sessão reserva-se o direito de expulsão do/a participante que não respeite as normas da sala.

As atividades abertas dinamizadas em formato digital, como esta, não conferem declaração de participação uma vez que tal documento apenas será facultado em eventos que prevejam registo prévio e acesso controlado.

Fonte: Saúde e direitos sexuais na diversidade funcional e neurodiversidade
Feed: Centro de estudos Sociais – Eventos
Url: www.ces.uc.pt

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